RICARDO BAPTISTA LEITE SUGERE A UTILIZAÇÃO DE HOTÉIS

Ricardo Baptista Leite, vice coordenador do Conselho Estratégico Nacional (CEN) do PSD defende a “testagem maciça, proativa e sistemática da população para SARS-CoV-2”, bem como “Os hotéis (…) devem ser contratualizados de modo a acomodar aqueles que, tendo resultado positivo e não apresentando sintomas ou apresentando sintomas ligeiros, não têm capacidade de isolamento na sua habitação”

MARTA TEMIDO QUER UTILIZAR MASSIVAMENTE OS TESTES

Ministra da Saúde explica a necessidade de “utilizar mais massivamente testes” – testes PCR, testes rápidos antigénio e ainda de saliva “que já se encontram também disponíveis”.

Marta Temido afirma que já pediu à Direção-Geral da Saúde para “rever as suas orientações nesta matéria”, de maneira a não restringir a realização de testes aos contactos de risco e “ponderamente ativamente a realização massiva de tetes em setores da atividade económica que neste momento não estão parados”.

TESTES RÁPIDOS TÊM DE SER A VACINA ATÉ À PRIMAVERA

Conforme noticia a Rádio Renascença, existe já uma petição que sugere a utilização massiva de testes rápidos para maior e melhor controlo da pandemia. Esta “petição é apoiada por personalidades como o pneumologista Álvaro Moreira da Silva, o médico especialista de saúde pública Bernardo Gomes, o médico intensivista Gustavo Carona e o médico radiologista Ricardo Campos Costa.

ANDAMOS ATRÁS DA PANDEMIA

Em entrevista ao Observador, no dia 9 de Fevereiro, o especialista Manuel Carmo Gomes, voz ativa das reuniões do Infarmed, referiu “Andamos atrás da pandemia”, referiu que “a testagem (…) é a arma principal que temos que usar e não o confinamento“. E indicou mesmo que se aumentem os “testes antigénio para deteção muito mais rápida das pessoas infetadas

OMS DESACONSELHA IMPOSIÇÃO DE CONFINAMENTO

David Nabarro, representante da OMS para a Covid-19, disse que “nós não defendemos os confinamentos como forma principal de controlar o vírus”
Dois dos motivos apontados por David Nabarro para justificar esta posição foram o impacto no turismo e as repercussões para a segurança alimentar. “Basta olhar para o que aconteceu com a indústria do turismo nas Caraíbas, por exemplo, ou no Pacífico porque as pessoas não estão a tirar férias”, começou por indicar.